Quantas vezes por dia devo medir minha glicemia?

A partir de hoje, vou começar uma série de pequenas matérias com informações básicas sobre o diabetes.  Se gostar, compartilhe, divulgue e ajude que outras pessoas, diabéticas ou não, possam saber mais e se informarem sobre o diabetes. A informação pode ajudar muitos docinhos a controlarem melhor a glicemia, como também que outras pessoas possam prevenir a doença. 😉

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Você sabia que seu nível de glicose sobe e desce durante o dia? Os alimentos, as atividades, o estresse e os medicamentos para o diabetes podem interferir na sua glicemia. A medição da glicose do sangue é muito importante e pode ajudá-lo a como controlar o seu diabetes.

Segundo a Associação Americana de Endocrinologista Clínicos, o valor aceitável antes das refeições é abaixo de 110mg/dL. E duas horas depois das refeições o valor considerado bom é abaixo de 140mg/dL.  Já a hemoglobina glicada (A1c) em torno de 6,5% ou menos é considerada um ótimo resultado.

Algumas recomendações são importantes:

Antes da refeições:

  • Se seu nível de glicose está alto, o aconselhável é escolher um alimento com menos carboidratos.
  • Já se está baixo, você tem uma certa liberdade para experimentar um alimento novo ( com responsabilidade e equilíbrio 🙂 )

Após as refeições:

  • O ideal é esperar duas horas para medir novamente.  Se o resultado for bom, isso significa que a alimentação está adequada. Já se elevou muito o açúcar no sangue, é uma oportunidade de analisar o alimento que foi ingerido e/ou a dose de insulina. Será que o alimento tinha muito carboidrato, açúcar refinado ou gordura? Ou será que comeu mais do que devia? Ou a dose de insulina não foi correta?
  • Lembrando que isso varia de pessoa para pessoa. Comigo, por exemplo, certos alimentos fazem minha glicemia subir lá nas alturas, como tapioca, batata, aipim, farinha branca… Mas tem outras pessoas que não relatam aumento da glicemia após a ingestão desses alimentos. Por isso é tão importante a medição da glicose no sangue, pois só assim a gente acompanha de perto como o corpo reage à alimentação mais a medicação.

Quantas vezes por dia devo medir minha glicemia?

Seu médico endocrinologista irá definir qual será sua frequência. Geralmente, são três vezes ao dia: antes do café da manhã, do almoço e da janta. E é importante que você anote os resultados para levar na próxima consulta. Pode ser em um caderno ou em uma planilha do Excel. Eles vão ajudar seu médico a analisar o seu tratamento.

Anote suas dúvidas e leve ao seu médico endocrinologista e à sua nutricionista 😉

Aqui, só postei algumas informações gerais sobre o diabetes e nada substitui o conselho do seu profissional.

*Com informações do guia Diabetes Sem Segredos – Controle do Diabetes da One Touch

 

 

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Viagens e diabetes: um guia para se dar bem quando estiver longe de casa

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Como diz meu amigo Daniel Ramalho, do blog Diabetes, esporte e natureza, nós, diabéticos, podemos tudo! Já que estou viajando, pensei nesse mini-guia que poderá lhe ajudar a viajar: sem dor de cabeça, sem limitar suas saídas ou lhe impedir de curtir a viagem 😉

Acredito que a única “dificuldade”- se é que podemos chamar assim – de ser diabético é ter de se planejar, com antecedência e cuidadosamente, a viagem. Mas, de qualquer forma temos que planejar nossas viagens, não é mesmo? Pensar no diabetes, é só um extra 😉 Abaixo algumas dicas valiosas <3

Antes de viajar….

Passe no seu médico para tirar suas dúvidas, tais como:

  • Pergunte como ajustar a insulina para os diferentes horários de refeições ou fuso horário.

 Vá à nutricionista

Em alguns países ou estados pode ser difícil encontrar os alimentos que você está acostumado a consumir. Por isso, sua nutricionista irá lhe orientar um plano alimentar seguro para a viagem. Dicas gerais:

  • Se você for experimentar um alimento novo, pergunte ao restaurante se há adição de açúcar, farinha branca, batata ou algum alimento que você sabe que pode aumentar sua glicemia. Na dúvida, sempre leia os rótulos.
  • E cuidado com os alimentos gordurosos: eles aumentam o nível de açúcar no sangue.

O que levar:

  • Leve uma carta do seu médico ou o receituário constando os medicamentos e necessidades das quais você precisa. Em alguns aeroportos e companhias áreas, eles pedem documento médico para autorizar o seu embarque com objetos cortantes e a insulina. Na maioria das vezes, isso não é necessário. Mas, é sempre bom levar.
  • Leve seu kit com glicosímetro, fitas de medição de glicose, lancetas, lancetador, seringas, álcool em gel e algodão. Lembre-se sempre de levar baterias ou pilhas a mais para o glicosímetro e quantidades extras dos insumos, já que você pode perder uma parte, ou ter que checar mais vezes sua glicemia.
  •  Leve na mala de mão todos os insumos necessários, uma vez que é bem comum casos de malas despachadas  serem extraviadas. Outra dica, é levar os insumos tanto na mala de mão como na mala que será despachada no avião. Caso você seja assaltada ou perca a mala de mão, você irá garantir seu tratamento durante a viagem.
  • Insulinas e medicamentos orais: é sempre bom levar um frasco a mais de insulina –  você pode quebrar um sem querer – e, também, comprimidos a mais.
  • Sempre leve consigo, açúcar, chocolate ou qualquer doce para um possível episódio de hipoglicemia. Deixe o alimento em um local de rápido e fácil acesso.
  • É interessante levar também lanches para comer durante a viagem. Nunca se sabe o que vão servir e como foram preparadas as refeições a bordo. Para evitar, possíveis hiperglicemias, leve sua refeição em uma bolsinha térmica. Ah! E não esqueça de levar água. No ar condicionado a gente desidrata sem perceber 😉

Ao chegar no destino:

  • Tente fazer suas refeições nos horários habituais depois de ajustá-las aos fusos horários. É importante dar uma atenção redobrada ao monitoramento da glicemia. Ela pode oscilar um pouco durante o ajuste.
  • Saiba onde e como obter os cuidados médicos no seu lugar de destino. Onde fica o hospital mais próximo? Farmácia? Nunca se sabe quando pode acontecer algo.
  • Se puder, tente incluir algum tipo de atividade física durante a viagem. Uma simples caminhada, já ajuda muito no controle do diabetes.

Viagens Internacionais

Leve com você um relatório de seu médico ( em português e inglês ) explicando que você tem diabetes e que estará com medicamentos e insumos, como insulina, lancetas, seringas, canetas de aplicação de insulina, bomba de insulina, sensores, etc. Peça ao seu medico para destacar o CID (Código internacional de Doenças). Aqui abaixo, tem mais informações e um modelo de carta para você levar para seu médico preencher 😉

  1.  Modelo de carta de seu médico em inglês Travel Letter
  2. Documento da American Diabetes Association sobre viagens de avião com diabetes: Fact Sheet – Air Travel and Diabetes
  • Dependendo do país é obrigatório fazer um seguro de saúde, para que você tenha acesso à consultas médicas ou obter atendimento de emergência adequado.

Insulina

Lembre-se de guardar a insulina em um local com temperatura adequada ao seu tipo de insulina (só ler na bula as recomendações do fabricante). Evite expor a insulina à altas e baixas temperaturas, já que isso pode anular o efeito do hormônio.

 

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Meu porta-glicosímetro

Quem me conhece sabe: adoro cores! E na minha vida diabética não ia ser diferente 😉 Desde o pote onde guardo meus insumos, até a minha lancheira térmica tudo tem cores vibrantes e estampas bem animadas. Confesso: sou bem perua haha E hoje, venho mostrar o meu novo porta-kit para vocês 😀
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Nesse mundo de blogueiros diabéticos, já pude conhecer gente de vários lugares, aprender receitas, trocar experiências e aprender muito sobre como lidar com essa nova vida, que é cheia de responsabilidades mas pode e deve ser bastante feliz e colorida. Por isso, sempre busco trazer essa leveza para a minha rotina que é cheia de picadas ( apesar de já estar acostumada, rs) .  Quando vi esse porta-kit para carregar o glicosímetro eu fiquei encantada! Geralmente, a bolsinha que vem junto ao aparelho de medição de glicose é sempre preta e acho que a cor escura traz uma atmosfera ainda mais densa e pesada para uma rotina de cuidados, que – muitas vezes – é massante. E sabemos que a cor tem o poder de influenciar o nosso humor. Sendo assim, trabalhando as cores podemos impactar positivamente tanto no controle do diabetes, quanto no nosso bem-estar.

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Descobri a lojinha Bo Hille há alguns meses e encomendei meu porta-kit com essa estampa bem fofinha de melancia, já que remete a minha nova fase de alimentação e ao logo do blog. =) O meu modelo é o básico, que comporta o glicosímetro, o potinho de tiras e o lancetador. Além disso, possui dois bolsos com zíper para guardar algodão, as agulhinhas, tiras já usadas, sachês de açúcar, etc. A Bo Hille é uma empresa especializada em produzir porta-kits super estilosos . Tem estampas lindas, e dá para fazer personalizado com nome, foto, logo, etc.  São vários modelos, de diversos tamanhos e até uma versão térmica para guardar a caneta de insulina. Agora, sinto que sou uma diabética estilosa, fashion hahaha =) Para saber mais acesse: Bo Hille

E vocês, como carregam seus insumos?

 

Beijos! :*

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